Neste blog você encontrará informações sobre prevenção, apoio e as novidades no tratamento de combate ao câncer. Com os avanços da medicina a cura do câncer é mais constante! Seja bem-vindo! Informe-se e previna-se! As novidades mais recentes no combate ao câncer são as "nanobolhas"(EUA) e o "veneno de cobra cascavel"(BRASIL)! Veja abaixo mais informações!
Prevenção contra o câncer - é o melhor caminho. Cuide de você e das pessoas que ama! Informe-se! Acesse: http://www.oncoguia.org.br/prevencao/ Oncoguia é um portal de informações e uma ong que trata de importantes assuntos que auxiliam na prevenção e apoio ao paciente com câncer. Saiba mais! Acesse: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/portal-oncoguia/11/3/
Cientistas destroem, com "nanobolhas", células cancerígenas
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Cientistas da Rice University, Estados Unidos, descobriram um meio de localizar células cancerígenas e de destruí-las com pequenas explosões.
Os investigadores usaram lasers e nanopartículas de ouro para fazer nanobolhas, de forma a fazer explodir as células cancerígenas.
De acordo com os investigadores, a idéia é destruir as células doentes, antes que o câncer se espalhe e comprometa o resto do organismo.
Nos últimos estudos laboratoriais, os cientistas colocaram anticorpos junto das nanobolhas, para atingir somente as células danificadas, e testaram em células leucêmicas da cabeça e do pescoço. A técnica foi eficiente para localizar as células cancerígenas e destruí-las, mantendo as células saudáveis intactas.
As nanobolhas são criadas quando as nanopartículas de ouro são bombardeadas com pulsos de laser. Dependendo da intensidade do laser, elas podem ser maiores ou menores. Além disso, as nanobolhas são capazes de destruir possíveis bloqueios de gordura nas artérias.
Física e propriedades ópticas de "nanopartículas plasmons" em altas temperaturas e em ambiente multifásico. |
Transferência de calor em escala nanométrica. Interação de nanobolhas plasmônicas com células vivas e tecidos. Zebrafish: organismo opticamente transparente usado como modelo para a nanomedicina plasmônica |
Principais aspectos da tecnologia desenvolvida.Créditos: Rice University.
Os investigadores acreditam que a tecnologia das nanobolhas pode ser usada para fazer o diagnóstico e o tratamento simultaneamente.
A pesquisa resultou da colaboração entre a Universidade de Rice e Instituto Lykov, da Academia de Ciências da Bielo-Rússia, que recentemente estabeleceu US-Belarus Research Laboratory of Fundamental and Biomedical Nanophotonics.
Portal Oncologia.
Nota do Managing Editor: a ilustração apresentada não consta da matéria original.
Nota do Managing Editor: o trabalho que deu origem a esta notícia: "Tunable plasmonic nanobubbles for cell theranostics", de autoria de E.Y. Lukianova-Hleb, E.Y. Hanna, J.H. Hafner e D.O. Lapotko , foi publicado on-line na revista Nanotechnology, volume 21, 085102, 2010, DOI: 10.1088/0957-4484/21/8/085102.
Fonte:http://lqes.iqm.unicamp.br/canal_cientifico/lqes_news/lqes_news_cit/lqes_news_2010/lqes_news_novidades_1386.html
Nanobolhas permitem matar e tratar células doentes ao mesmo tempo
Processo ativado por laser deixa as células vizinhas saudáveis intactas e pode substituir técnicas usadas para tratar o câncer
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Pesquisadores da Universidade Rice, nos Estados Unidos, desenvolveram nanobolhas capazes de matar algumas células doentes e tratar outras ao mesmo tempo.
O processo ativado por um impulso de luz laser deixa as células vizinhas saudáveis intactas. A abordagem pode substituir processos usados nos dias de hoje para tratar pacientes com câncer, entre outros, por um procedimento rápido, simples e multifuncional.
Nanobolhas plasmônicas, que são 10 mil vezes menores que um fio de cabelo humano, causam pequenas explosões. As bolhas se formam ao redor de nanopartículas de ouro que se aquecem quando excitadas por uma fonte externa de energia, neste caso, a luz laser, e vaporizam uma fina camada de líquido próximo da superfície da partícula.
A bolha rapidamente se expande e explode. O líder da pesquisa, Dmitri Lapotko e seus colegas já haviam mostrado que nanobolhas matam as células cancerosas, literalmente as explodindo sem causar danos às células vizinhas saudáveis, um processo que mostrou precisão e seletividade muito maiores em comparação com os processor atuais.
O novo projeto mostrou que um único pulso de laser cria grandes nanobolhas e ao redor de partículas de ouro ocas e que estas nanobolhas seletivamente destroem as células doentes.
O mesmo pulso de laser cria nanobolhas menores em torno de nanoesferas de ouro maciças que perfuram um poro pequeno e temporário na parede de uma célula e cria entrada para a injeção de medicamentos.
"A tecnologia de nanobolhas promete um método para fazer várias ações com uma mesma população de células simultaneamente. Por exemplo, se eu quiser colocar algo em uma célula-tronco para fazê-la se transformar em outro tipo de célula, e ao mesmo tempo, matar as células circundantes que têm o potencial de causar danos, essas nanobolhas têm o potencial para fazer isso", observa o pesquisador Malcolm Brenner.
A equipe planeja construir um protótipo da tecnologia para testes com células humanas no futuro próximo. "Nós gostaríamos que isso fosse uma plataforma universal para terapia celular e gênica e para o transplante de células-tronco", conclui Lapotko.
Entrega de drogas com nanobolhas é 30
vezes mais letal para células cancerosas
Método permite injeção de drogas quimioterápicas diretamente nas células cancerosas e utiliza um décimo da dose clínica
Pesquisadores da Universidade de Rice , nos Estados Unidos, trabalham no desenvolvimento de um novo método, baseado em " nanobolhas plasmônicas" , capaz de injetar drogas e cargas genéticas diretamente nas células cancerosas. Em testes realizados com células cancerosas resistentes a medicamentos, pesquisadores descobriram que o fornecimento de drogas quimioterápicas com " nanobolhas" é até 30 vezes mais letal para as células cancerosas do que tratamento medicamentoso tradicional e necessita de menos de que um décimo da dose clínica.
" Estamos entregando medicamentos contra o câncer ou outras cargas genéticas no nível de uma única célula" , diz o biólogo envolvido no estudo Dmitri Lapotko, que continua: " ao evitar as células saudáveis; e entregar as drogas diretamente dentro das células cancerosas, podemos, simultaneamente, aumentar a eficácia dos medicamentos, reduzindo a dose" .
As nanobolhas desenvolvidas na Universidade de Rice não são nanopartículas, em vez disso, são eventos de curta duração. As nanobolhas são minúsculos bolsões de ar e vapor de água que são criados quando a luz do laser atinge um agrupamento de nanopartículas e estas são convertidas instantaneamente em calor. As bolhas se formam logo abaixo da superfície das células cancerosas. Como as bolhas se expandem e estouram, elas abrem pequenos buracos na superfície das células cancerosas que permitem que as drogas anti-câncer entrem. A mesma técnica pode ser utilizada para entregar terapias gênicas e outras cargas terapêuticas diretamente nas células.
" Este método, que ainda precisa ser testado em animais, vai exigir mais investigação antes que possa estar pronto para testes em humanos" , conclui Lapotko.
Nanobolhas plasmônicas contra o câncer
Um dos desafios na quimioterapia contra o câncer é fazer com que os agentes quimioterápicos atinjam o interior da célula cancerígena. É geralmente lá que eles atuam. Algumas células cancerígenas conseguem ser resistentes a determinados agentes quimioterápicos pelo simples fato de que não permitem que estes se acumulem em seu interior. Trata-se de câncer e, assim, cientistas veem uma enorme urgência em driblar este problema. Sem nanoproselitismo, caro leitor, a nanociência ofereceu, mais uma vez, uma arma fantástica para nos fortalecer na guerra contra o câncer.
Experimentos realizados na Rice University, EUA, mostraram que é possível melhorar o acesso dos quimioterápicos ao interior de células cancerígenas pelo uso de laser e nanopartículas de ouro. O método testado fragiliza células cancerígenas por meio da formação de nanobolhas plasmônicas em suas membranas.
O primeiro passo dessa técnica é dispor nanopartículas de ouro sobre a superfície de células cancerígenas. Essa tarefa é facilitada pelo fato de que estas nanopartículas possuem determinados anticorpos* em sua superfície que aumentam a seletividade às células cancerígenas. Além disso, em comparação a células sadias, células cancerígenas captam nanopartículas de ouro mais avidamente.
O segundo passo é expor a célula ao agente quimioterápico e irradiá-la com laser pulsátil. A pulsação do laser faz com que as nanopartículas presentes na célula sejam aquecidas. Esse aquecimento gera nanobolhas de ar e vapor, chamadas pelo cientistas de nanobolhas plasmônicas porque são geradas pelos plasmons de ouro (as nanopartículas de ouro) excitados pelo laser.
As nanobolhas plasmônicas fragilizam a célula cancerígena. Uma de suas principais barreiras, a membrana plasmática, é severamente fragilizada, permitindo assim a passagem de agentes quimioterápicos de fora para dentro. Na prática, foi possível aumentar em 30 vezes (!) a letalidade de certos quimioterápicos contra células cancerígenas mantidas in vitro.
Veneno de cobra age contra câncer de pele, aponta estudo do Butantan
Toxina consegue aumentar em até 70% sobrevida de casos de melanoma.
Teste foi feito com cobaias e deve ser estendido a humanos em dois anos.
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| Cascavel é uma espécie de cobra venenosa natural das Américas (Foto: Instituto Butantan/Divulgação) |
Uma toxina encontrada no veneno da cobra cascavel poderia aumentar a sobrevida de casos de câncer de pele em até 70%, segundo um estudo feito com camundongos pelo Instituto Butantan, em São Paulo.
Segundo a geneticista Irina Kerkis, que coordenou a pesquisa, a grande vantagem da proteína crotamina é que, na dose certa, ela distingue células normais das cancerosas e consegue entrar dentro destas, com um efeito que dura até 24 horas. Isso permitiria que a substância fosse administrada apenas uma vez por dia, reduzindo os efeitos colaterais da quimioterapia.
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| Crotamina dentro de células cancerosas brilha e detecta doença (Foto: Instituto Butantan/Divulgação) |
A toxina retirada dessa espécie de cobra peçonhenta (Crotalus durissus), que tem um chocalho na cauda e é natural do continente americano, vem sendo estudada desde 2004, mas para outras aplicações. Desde 2009, por meio desse estudo, é que os cientistas analisaram seus efeitos contra o câncer.
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/veneno-de-cobra-age-contra-cancer-de-pele-aponta-estudo-do-butantan.html






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